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A história do Vibrador Rabbit

O Produto

Rabbit é o vibrador para penetração vaginal e massagem clintoniana mais famoso e vendido no mundo. Seu nome teve origem no fato do massageador de clitóris ter o formato de um coelhinho. Nas orelhas do coelho está sua principal característica, uma forte vibração, que com muita  intensidade, auxilia no processo da masturbação. O corpo do produto possui pérolas que giram nos dois sentidos, massageando de uma forma incrível o canal vaginal. E como toque final, o produto vibra por inteiro, com intensidade e pulsação variadas, tornando o Rabbit um produto único, diferente de todos os vibradores, pois reúne praticamente todos os melhores recursos dos outros produtos em um só. E além de tudo, ele é lindo.

A evolução

O Rabbit é o resultado de décadas da evolução em centenas de produtos que fizeram parte da história do mercado de produtos eróticos. Os primeiros vibradores elétricos foram inventados em 1883, e foram os primeiros aparelhos de uso pessoal a serem introduzidos em casa, precedendo o secador de cabelos e o aspirador de pó. Eram apenas bastões de plástico com um mecanismo bastante complexo, deixando o produto muito pesado e de difícil manipulação. Na época, sua utilização era apenas para usos medicinais, tratamentos em pacientes, a fim de aliviar sintomas de doenças não identificadas, pois a sensação de orgasmo que o vibrador provocava, deixava a mulher mais satisfeita e tranqüila. Os médicos abandonaram o uso do vibrador em seus consultórios quando eles começaram a aparecer em filmes pornôs, por volta do anos 20. Com isso ficou impossível camuflar o fato de que era um dispositivo com o único fim, gerar prazer as mulheres.

No fim dos anos 60, quando estudos revelaram a importância do orgasmo pela estimulação direta no clitóris, o vibrador se popularizou como um aparelho sexual fundamental para a mulher. Daí, veio a primeira grande mudança, agregar ao bastão uma capa de silicone ou látex, dando ao produto novos formatos e cores e proporcionando um contato muito mais agradável a pele. Em seguida, com a evolução tecnológica, micro motores foram desenvolvidos aliados a baterias mais leves e duradouras, reduzindo o peso dos produtos e criando vários  tipos de vibração para  estimular ainda mais a região pubiana.

Nos anos 90 esse vibradores ganhariam pérolas giratórias em seu corpo. O que reduziu o esforço de quem utilizava, pois a massagem no canal vaginal ficou mais simples e confortável, deixando as mulheres mais relaxadas para aproveitarem o todos as sensações de prazer que aquele brinquedinho lhes proporcionava.

Uma grande novidade foi introduzida aos vibradores em meados dos anos 90, que daria ao produto uma dupla ação. Um massageador  externo para a estimulação do clitóris adaptado ao corpo do vibrador. Esses massageadores, ganhariam formatos variados, desde golfinhos, ursinhos e coelhinhos, até conchas, pássaros, borboletas, coalas, e  outros . Com o tempo, esse conceito de produto  foi adotado pelas maiores fabricantes de produtos eróticos, mas sem um nome específico.

Mas em 1998 tudo mudou. Em agosto desse ano foi ao ar o nono episódio da primeira temporada do seriado Sex & the City. Neste episódio, uma das personagens, Charlotte York, interpretada pela atriz Kristin Davis, chega ao seu primeiro orgasmo. E não foi um homem o responsável por isso. Ela utilizou um vibrador, que em seguida, se torna seu inseparável parceiro de cama, de onde não saem por mais de uma semana. O vibrador utilizado na cena, era uma vibrador com pérolas e uma massageador de clitóris em formato de coelhinho, carinhosamente batizado por eles como “Jack Rabbit”. O grande sucesso do seriado e do vibrador, transformaram o produto, na coqueluche do mercado mundial de produtos eróticos. Rapidamente, todos os vibradores daquela modelo e de todos os fabricantes, passaram a usar coelhos em seu massageador, e foram rebatizados como Rabbit.

De lá pra cá, foram enormes os investimentos em tecnologia para aperfeiçoar os Rabbits. O queridinho do mercado ganhou display digital, controle remoto sem fio e até baterias recarregáveis.  Uma grande mudança de hábitos ocorreu em muitos países do mundo. Com a enorme procura pelo produto, mulheres que nunca haviam pensado em entrar em um Sex-Shop, passaram a frequentar as lojas, que se viram obrigadas a se adaptar ao seu novo público. As lojas se tornaram mais modernas e luxuosas, para receber mulheres exigentes e dispostas a investir na própria felicidade.

 

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